Voltando ao planeta Terra

Caminhamos até aqui dentro de um amplo leque de informações e dados existentes desde que iniciamos em 2018, e quanto mais longe vamos mais perguntas surgem e todas nos levam ao período antediluviano. Quanto mais longe vamos, mais ponderamos se realmente precisamos buscar entender esta nova ciência na área de linguística “Xenolinguística” fora da nossa história humana. Você pode questionar qual história, pois poucos são os documentos considerados pelo universo científico como válidos apesar de termos dados arqueológicos e paleontológicos revisados e atualizados com certa frequência ultimamente.

Aqueles que acreditam que a humanidade e o planeta Terra têm 6000 anos devem estar desorientados com as últimas descobertas, mesmo que o aspecto religioso pese mais que o campo das descobertas. Temos que levar em conta, também, os inúmeros documentos guardados a sete chaves na biblioteca do Vaticano, nos zigurates pelo planeta, além de institutos e organizações, do período citado - antediluviano. Vamos deixar em stand by por um momento o aspecto “religião” e permitir-se usar a imaginação. Supondo que a engenharia usada para a expansão deste universo partiu de um outro universo, que os responsáveis depois de equacionar e verificar todas as possibilidades do que estava sendo elaborado achou por bem através de uma série de experimentações gestar um protótipo à sua imagem. ( Aqui supondo que esta imagem além de biológica, também engloba a holográfica.)

Temos que levar em conta que todas as palavras às quais damos significados vêm do entendimento que ao longo de milhares e milhares de tempos foram sendo ressignificadas. Portanto, se neste universo fonte os indivíduos eram espirituais - não dando aqui o significado que conhecemos – o protótipo físico também teria como objetivo de missão continuar como um ser espiritual.

O planeta em questão, a Terra, era habitado por outros seres de diferentes procedências, mas este protótipo tinha finalidade: expandir aquela determinada civilização pertencente a este outro universo. Partiremos agora para a parte histórica não reconhecida, aqui sob a visão de comprovação cientifica tão em moda e distorcida nos dias atuais.

Através do livro de Enoque (1) ele descreve o que para seres humanos terrestres parece ser um choque de opinião, ou divergência política, quanto à importância dada ao protótipo meio humano gerando o que foi denominado de rebelião de membros desta civilização. Seres importantes desta hierarquia levaram consigo 200 outros que aderiram à causa, e que chegando ao planeta coabitaram com mulheres terrenas - raças que já habitavam o planeta. Aqui temos um primeiro questionamento: a linguagem era universal? Este é o ponto interessante. Através de documentos arqueológicos, inclusive, os mais recentes descobertos no Mar Morto, sim, falava-se um só idioma no universo. Daí a clara comunicação entre as raças existentes.

Com o nascimento de crianças fruto de acasalamento de seres espirituais com seres carnais o desequilíbrio estava imposto e deles nasceram os gigantes espirituais. Lembrando sempre que palavras que repetimos até os dias de hoje são resultado de aculturações sendo que nossa definição para estes termos tem conotação mística, e que pode divergir de sua origem natural. Estes seres trouxeram devastação e grande desvio da raça humana, tanto as resultantes do protótipo como as já existentes, com a disseminação de seus genes alterando o DNA e a programação estabelecida. A solução foi o dilúvio que varreria da face do planeta todas as criaturas.

Apesar de estudiosos darem como mito o dilúvio, achados arqueológicos têm trazido luz a este episódio. Esta foi a época de Pangeia, um único continente configurava a geografia do planeta. Aqui outro questionamento: este é o motivo de construções e símbolos idênticos existirem em todos os continentes? Mas, a história não para por aqui, pois nem todas as criaturas foram exterminadas e o gene de gigantes prevaleceu surgindo junto aos sobreviventes uma nova raça - raça de gigantes carnais – os espirituais foram dizimados no dilúvio. Foi um tempo em que mitologias fixaram lendas e mitos que perduram até hoje. Registros pelo planeta são abundantes, e livros como do Rei Ogue, último dos gigantes da raça Refains, nos mostra como havia uma revolta destes gigantes contra o ser supremo, aquele que iniciara o protótipo e que resultou na rebelião, e à raça humana.

Até este ponto o que é possível entender é que o idioma continuava universal, signos e significando mantendo civilizações unidas em uma mesma linguagem. Com o desaparecimento de gigantes e de outras civilizações que se afastaram dos humanos terrestres veio a necessidade de perpetuar o poder gerado destes seres. Isto contrariou o Criador e veio a fase “Torre de Babel”, porém que tecnologia poderia ser esta que confundiria a linguagem?

Pangeia não existe mais após o dilúvio. A separação em continentes trouxe uma nova realidade aos que migraram? Este é outro ponto, daí vem o título desta matéria De volta ao planeta Terra”, pois o início está aqui, sempre esteve. O estudo de Xenolinguística nos remete ao período antediluviano. E, novamente vamos a outro questionamento: a linguagem universal continua existindo fora do planeta Terra? Voltaremos a revisitar esta comunicação universal?

Vamos retomar a parte que deixamos no início da matéria “religião”, e buscar as fontes que corroboram estes dados, porém sem conseguirmos entrar na área semântica. Se buscarmos em todas as culturas antigas no planeta registros sobre rebelião, seres mitológicos, dilúvio, separação entre céu e terra, encontraremos em todas um ponto em comum. Os fatos são contados de acordo com personagens locais transmitidos de geração em geração, porém todos têm o mesmo conteúdo.

A tradução dos acontecimentos, cada um com suas particularidades dependendo do povo que a registrou, dificulta sua transliteração. Um exemplo que citamos, Torre de Babel, teve um novo estudo a partir de um artefato encontrado na antiga Babilônia, hoje Iraque, onde o registro de uma torre traz a mesma descrição da Bíblia. O professor Andrew George, da Universidade de Londres, atestou que este achado aumenta as possibilidades de veracidade do fato, pois o objeto revela detalhes da estrutura e como Nabucodonosor a construiu.

A Torre, de acordo com o Gênesis, foi construída por descendentes de Noé para que os homens pudessem falar com Deus, e foi destruída pela arrogância dos mesmos. A destruição trouxe a “confusão das línguas”, porém quê tecnologia seria esta que provocaria tal dispersão. Se considerarmos os experimentos neste milênio sobre a capacidade de campos magnéticos externos combinados alterarem o DNA, o que chamam de “magnetofecção”, não seria surpresa que o controle de gene humano ainda estivesse sobre a esfera destes seres. Um estudo publicado pela PubMed – National Library of Medicine, afirma que as nanopartículas superparamagnéticas podem ser conduzidas para as células do cérebro através do uso de imãs externos capazes de controlar SPIONS para injetar material genético (DNA) nas células de cobaias.

Deixaremos as fontes no final do texto para ampliarem a pesquisa. Podemos aqui levantar a hipótese de que uma civilização com tal poder de criação não deixaria seu experimento “solto” sem uma forma de controle. Portanto, neste evento “Torre de Babel” que não está somente na Bíblia Sagrada, como em outros compêndios religiosos, nos possibilita imaginar que algum tipo de interferência no DNA promoveu este distúrbio na área de linguagem. Em nossa matéria “Hipercomunicação” discutimos sobre o tema.

Que uma língua universal é consenso entre os estudiosos da área, e demais ciências que buscam nos registros históricos explicações para o passado da raça humana, é fato. Psamético, o último dos faraós que reinou de 664 a 610 a.C, tinha um fascínio sobre a linguagem e considerou que a língua mãe de todas as raças era o “cintio”. Os estudiosos, e trouxemos aqui na matéria como “Reconstruindo sobre ruínas de ontem” e “Buscando a fonte” um olhar mais específico, concordam que a possibilidade de ser o tronco principal o protoindo-europeu é grande, porém continuam os estudos.

Para o judaísmo/catolicismo é o hebraico. Para os estudiosos em linguística o acadiano continua como língua mais antiga, mas descobertas de artefatos anteriores ao período levantam mais dúvidas. Portanto, as respostas estão aqui, em nossa casa. Diante de todos os fenômenos geofísicos pelos quais está passando o planeta as probabilidades de outras descobertas são grandes.

O ser humano terrestre ficou independente em algum momento desta jornada histórica das raças dominantes. Estes novos tempos que chamam de transição parece nos colocar em rota de colisão com estes seres novamente, se chegará logo não sabemos. Estudos escatológicos dizem que entramos no período de transição para o fim dos tempos que é a transformação não somente do planeta, como da consciência humana. Porém, é interessante que este estudo sobre a linguagem avance através de todos os envolvidos para que se a mesma tecnologia que “desarmou” a comunicação volte, o ser humano encontre o equilíbrio para não entrar novamente no caos que ocorreu na época do evento Torre de Babel.

Lembrando mais uma vez que falamos em comunicação, informação, não entramos no aspecto religioso e seus dogmas. Devemos sempre ter a humildade de reconhecer que nada sabemos, e que perguntas redundam em mais perguntas que possibilitarão ampliarmos nossa capacidade de inquirir, raciocinar, e ter consciência de outras realidades.

- Fontes:

- Nanopartículas: Superparamagnetic nanoparticle delivery of DNA vaccine - PubMed (nih.gov); Genetically engineered 'Magneto' protein remotely controls brain and behaviour | Science | The Guardian

- VIA FANZINE - Cybele Fiorotti

Boa pesquisa!


2 visualizações0 comentário

Posts recentes

Ver tudo

Contato